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sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Carta a um amigo - a construção da nave

Ontem meu amigo Gian me mandou a animação abaixo com o seguinte texto:

"Fala Minerinhooo, olha que show de bola essa animação! Legal que há tempos também venho pensando sobre a nossa "liberdade" nesse planeta, se é que realmente a temos. E esse vídeo sintetiza toda a idéia. Nossas fronteiras não nos prendem em guerras, mas nos submetem ao roubo e corrupção descarada dos nosso políticos. A desigualdade e miséria social. Violência, poluição, falta de acesso, congestionamentos e todos os grandes problemas que também temos que enfrentar no dia-a-dia. E ainda pagamos altos impostos com o nosso dinheiro (obrigatoriamente) para que esses problemas sejam resolvidos!

Achamos que temos liberdade, mas talvez no fundo, não passamos de laranjas mecânicas!

abraço!

Gian"


Respondi:

"As vezes me pego com preconceitos e penso.

Não confio em homens com bigodes bem aparados e nem em outros que só tem 4 dedos numa das mãos.

Somos laranjinhas mecanicas, é isso. Mas não vão nos deixar sem pernas e sem cabeças pra podermos nos expressar e mudar as coisas.

Ontem conversavamos sobre isso.

Falava que vivi o início da nova democracia com Tancredo e Ulísses e paradoxalmente com Lula e Sarney. Dizia a Léo, novo amigo do Coletivo Fórceps, e B1que eramos sonhadores e viviamos a expectativas de grandes mudanças em nossas vidas. Eramos inocentes e crédulos.

Certo é que houveram algumas mudanças e talvez a maior delas tenha sido o fim da inocência.

Hoje sabemos que o PT ou qualquer outro partido não vão nos trazer liberdade. Agora, graças a eles, podemos e devemos criar nossos próprios caminhos. Porque não queremos ser suas laranjas ou qualquer outra fruta.

Queremos ser pássaros fora da gaiola, felinos caçadores, tubarões ágeis ou baleias cantadoras. Queremos agir, atuar e nos expressar. Queremos vento no rosto, água limpa da fonte, fogo nas ventas. Queremos bater na terra, tremer o chão. Queremos os 4 poderes.

A opção parece ser o Coletivo. A internet vive essa dicotomia. Ao mesmo tempo que nos isola e nos deixa solitários, nos une e nos torna coletivos. Precisamos ser massa pensante e construir uma nave que nos tire desse mundinho pequeno burguês. Onde ninguém sabe direito pra onde ta indo. Querem comprar o melhor, o novo e o mais caro. Passando por cima de qualquer coisa que não seja ele próprio.

Vamos construir essa nave e pilotá-la coletivamente. Não precisamos deles pra pilotá-la.

Abraço velho."

3V lanave esta em construção e brevemente alcançará vôos!!!

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

O macaco ta certo


Enquanto no Japão os chimpanzés davam uma lavada em jovens estudantes em testes de memória nos bastidores do Congresso Nacional da Republica Paz e Amor os malcaquinhos brazilis articulavam uma saída honrosa de Renan Encalheiros da presidência do Senado para então absolve-lo das macaquices, no mal sentido, que fez fora da jaula.

Se para destreza da memória superior dos chimpanzés sobre os jovens estudantes os cientistas encontraram solução dizendo que por dominarmos a fala nossa memória é prejudicada. Para o caso do macaco Renan é realmente difícil explicar. Claro, existem muitos malcaquinhos desmemoriados presos a seu rabo.

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Pizza com manjericão

Pizza com manjericão

Numa Pizzaria dos Jardins um deputado chama o garçom e faz o pedido:

- Sai ai uma calabresa?
- Num vai tê jeito não! Pode ser uma cassação?
- Essa não!
- Tem ai... uma a moda?
- Na pressão a mensalão ta na mão.
- Ta brincando cidadão? O que tem então ô cabeção?
- Eu sei lá, uma cuecão?
- Qual que é!? Tem nada com isso não!
- Lá nas comissão era sua vocação.
- Ai, ai, ai, caiu no chão!
- Deixa que eu limpo patrão.
- Perdoe foi distração?
- Sinhô num tava lá patrão?
- Ta fazendo confusão, era eu não.
- Quem era o cara então?
- Era um tal de Jefersão.
- É o herói da constituição?
- Não se fala noutro não.
- É o cara que pois o boy bravão?
- E canta altão no banheirão.
- Ô patrão vai ai uma cadeião?
- Brincadêra ô cidadão?
- E o Dirceu repilão?
- Qué saí na comissão e da palestrão.
- E o Dilúvio é pancadão?
- Parece um furacão.
- Caixa 2 né não?
- Contabiliza não.
- E o Virgílio sujou o dedão?
- Parece que ta com um dinherão.
- E o MV, o carecão?
- Queimou notas no porão,
Hábeas Corpus, apelação,
ao invés de cassação, ta cabeludão.
- Isso causa má impressão.
- Vou comê pizza com manjericão.
- Com gosto de acordão?
- É receita do Ali e seus 40 ladrão.
- Então é bão!

quarta-feira, 30 de maio de 2007

CRIME HediONDO


A legislação criminal brasileira considera como crime hediondo o estupro, o sequestro, a tortura, entre outros crimes.
Agora!
O que vocês acham dos crimes do colarinho branco ou corrupção de carreira que políticos, desembargadores, juízes, funcionários públicos e empresários praticam diariamente neste país sem o menor escrúpulo?
Não seria o caso de considerá-los crimes hediondos?
Afinal quantas milhares de pessoas são usurpadas, mortas, discriminadas em nome da impunidade?
A corrupção não tem o mesmo efeito de cortar a garganta, sugar o sangue ou estripar as entranhas dos nossos amigos, familiares ou colegas?
Leiam a reportagem abaixo e tirem suas conclusões:



Um estudo realizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) revela que o custo médio anual da corrupção para o Brasil, em valores correntes de 2005, é de R$ 26,2 bilhões, valor equivalente a 1,35% do Produto Interno Bruto (PIB).A quantia é superior ao orçamento de sete ministérios para este ano.

Somados, os gastos previstos para 2007 dos ministérios das Cidades, Cultura, Desenvolvimento Agrário, Esporte, Meio Ambiente, Transportes e Turismo são de R$ 25,5 bilhões, isto é, R$ 700 milhões a menos que os prejuízos anuais com corrupção.
O dinheiro perdido com o crime também é quase igual ao orçamento da Pasta da Educação para este ano, que é de R$ 27,6 bilhões.

A pesquisa da Fiesp compara, entre os anos de 1975 e 2005, indicadores relativos ao Brasil e ao Chile, país menos corrupto da América Latina. Através de dados da própria Fiesp, do Banco Mundial, do Fundo Monetário Internacional (FMI), da ONG Transparência Internacional e da Barro e Lee, o estudo mostra que, durante o período, a média do produto per capita brasileiro passaria de US$ 6,8 mil para US$ 8,3 mil, caso o nível de corrupção medido aqui fosse o mesmo do país vizinho. Enquanto lá o índice de percepção da corrupção é de 7,3, no Brasil é de 3,7. Quanto maior o índice, menor a corrupção.


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report by Contas Bertas:
http://contasabertas.uol.com.br/noticias/detalhes_noticias.asp?auto=1738