Mostrando postagens com marcador Diamantina. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Diamantina. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 27 de março de 2009

Do café para o Serro.

Cafezinho na pousada da D. Rosa. Bolim, queijim, biscoito de polvilho. Tudo muito simples e gostoso. Noite bem dormida em caminha cheirosa e um cafezinho da vovó pra enfrentar mais um dia de pedaladas.

Flavinha (dos milagres) e Marçal - O Casal Full

Renata e Bruno Correria - ainda não foi dessa vez que a suíte amarela funcionou.

Peter e Wal - Os destemidos agora bem descansados.

A turma começando o 3º dia de pedal com destino ao Serro. Foram 80 km girando. Despedimos de Conceiçao do Mato Dentro. Partiu...

Comendo uma bananinha o segredo foi revelado. O milagre aconteceu e diz a autora, Flavinha, que rasgou tudo. Pra saber que milagre foi esse vocês vão ter que aguardar o vídeo da viagem que publicarei em breve neste sítio. Aguardem.
Girando...
Pausa pra comer melancia. Se Magali tivesse bike iria adorar esse momento. Devoraram uma melancia inteirinha. Marçal tava enjoado por causa do gel de aminoácidos. Eles haviam parado antes pra tomar uma cervejinha, mas não acredito que tenha sido isso que provocou o enjôo. Será? Voa melancia.

Estrada afora...

chegamos ao Serro.

Sem palavras.

Wal também usa o famoso creme hidratante de chocolate "Mato Dentro" nas pernas e nos braços, que por uma intervenção extra-terrestre, não pertecem a ela. Vocês podem notar que nas mãos ela não o usa o creme. Quanto aos seus braços, os originais foram abduzidos por um Et sem teto e sem terra.
Et go home!

Uma paradinha pra descansar e repor sólidos e líquidos.

Não sei quem colocou essa pessoa na foto. Mas olhando de lado parece a lacraia. Que isso, como ela chegou ai? O que estaria querendo conosco?

Um pouco do Serro com suas lindas e preservadas igrejas barrocas e maneiristas.


Um luxo de arquitetura.

Fotos de Marçal, Wal e Kennedy Rafael (eu memo)

quarta-feira, 18 de março de 2009

Rota dos Diamantes - Casa da Vovó


Começamos tudo de novo. Dia 22, domingo, carnaval. Acordamos 06h30min, levantamos acampamento e pé na estrada. O objetivo era pedalar 60 km até Conceição do Mato Dentro.


No caminho esse veículo incinerado. Cada um identificou uma marca. Uns disseram ser um Santana, outros um Alfa Romeo, outros um Tempra. O que você acha? Será que ele pode renascer das cinzas? Santa Fênix!

Belezinha de riacho, limpim demais. Deu vontade de pular, mas eu e agora a Renata (depois do tombo no dia anterior sua roda virou oito) no apoio não podíamos parar porque tínhamos a missão de arrumar uma pousadinha bacana. Porque acampar, depois daquela experiência com o cigano, nunca mais. Os bikers pularam e Marçal tirou essas fotos. Aliás, a maioria das fotos foi ele quem tirou. Outras foram da Flavinha e outras de Wal, a destemida.

Chegada em Morro do Pilar, ainda faltam alguns km a cumprir...

Por isso, uma pausa pra aquela gelaaaaaaaaadaa!


Um pequeno trecho de asfalto e...

Chegamos a Conceição do Mato Dentro.


Nessa hora o apoio, eu e Renata, já havíamos conseguido um pouso confortável e muito simpático. A linda pousada da D. Rosa. Bem parecida com a casa de nossa Vovó. Tudo muito bem cuidado, super limpinho.

Quintal com violetas, rosas e orquídeas. Uma delícia de lugar. Todos adoraram felizmente.


Essa é D. Rosa e seu maridão na cozinha da pousada. Gente que não veio a esse mundo à toa. Ótimos anfitriões.


Tenho que postar alguns vídeos que gravei nesse dia. Tem uma personagem imperdível. Foi essa personagem que nos colocou nessa pousada gracinnnha.

Aguardem.

quarta-feira, 11 de março de 2009

Rota dos Diamantes - Noite mal dormida

Uma pausa pra repor os líquidos em Itambé do Mato Dentro.


Fim do 1º dia de viagem. Fomos atrás de um lugar pra comer e descansar. Havia a indicação de um camping que Renata ouvira falar. Chegamos nele. Bonito com área toda gramada, quiosques, um rio margeando e restaurante. O prefeito do lugar nos cobrou 25,00 por pessoa. Fez um descontinho. Vamo nessa!
Montamos barracas e logo conhecemos nossos vizinhos. Um cigano bonachão com sua família do nosso lado esquerdo e dois casais do lado direito. Eu e Peter conversamos com o cigano que bebia e ouvia música cigana a toda altura. Pareceu gente boa.
Bebemos algumas cervejas e jantamos um rango delicioso. Pouco mais de 22h estávamos indo pro berço. Antes de dormir, Eu, Bruno e Marçal tivemos um breve papo com um dos casais do lado esquerdo. Boa impressão também. Ai veio a surpresa.

Uma noite desagradável graças ao cigano bonachão que berrou e cantou a madrugada quase toda. Indiferente aos apelos pra que se acalmasse e fosse dormir. Esse infeliz atazanou nossa noite com musica alta e ainda se juntou aos dois casais do lado esquerdo que o acompanhavam cantando e tocando ao violão toadas dos infernos.


Noite mal dormida, mas muitas surpresas e belas imagens pelo caminho.

Nesse momento estavamos entre Itambé do Mato Dentro e Morro do Pilar.

Os meninos encontraram esse fazendeiro que contou alguns causos ali em cima do mirante com vista pra Serra do Espinhaço.



E come poeira moçada ...

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Rota dos Diamantes

Foi assim que tudo começou. Ai onde nos encontramos eu e Rogério Peter com Wal, Bruno, Renata e o casal FULL Flávia e Marçal. Quando tive o prazer de conhecer e ter o primeiro contato com os recicleteiros. Fora o Peter que é meu primo não conhecia mais ninguém. Fui convocado pelo mesmo pra ser o apoio. E lá fomos nós. Saímos de Nova União com destino a primeira parada: Bom Jesus do Amparo.

Da esquerda pra direita tem o Rogério Peter, Renata, Wal, Bruno Correria, Flavinha e Marçal equipados e prontos pra jornada de mais de 260 Km. Dada a largada.


Muita subida e no fim delas às vezes encontrávamos um mato-burro ou seria mata-bikers.

Olha o estado das pernas da guerreira. É um novo tipo de creme hidrante só encontrado lá pelas bandas do Mato Dentro. Se quiserem a receita é só contatar os aventureiros. Os ingredientes são encontrados fartamente durante o caminho da Rota dos Diamantes. Pra tirar o creme é meio custoso mas vocês podem adquirir também uma bucha orgânica que é batata pra tirar o creme chocolate com certa facilidade.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

A subida é meio grots


Estou na expectativa de uma viagem sugeneris. Vou passar o carnaval na estrada entre BH e Diamantina. Vamos eu e mais 7 malucos de bike. É, os caras e as minas vão de bike e eu no apoio de caminhonete. Vou de carro que num sou maluco e nem tenho esse preparo todo e convenientemente eles precisam de apoio.

A parada é sair de BH eu e Peter na caminhonete levando as bikes e o restante da turma vai de Van até Nova União. De lá partimos, eu na frente e a galera reciclando. Passaremos entre outras cidades por: Bom Jesus do Amparo, Pilar, Itambé do Mato Dentro, Conceição do Mato Dentro, Serro, Milho Verde, São Gonçalo do Rio das Pedras. Até finalmente chegarmos a Diamantina.

Vamo nessa!

Nesse período pretendo publicar por aqui fotos e vídeos dessa viagem.

Acompanhem porque vai ser Maaaarah!

quinta-feira, 3 de abril de 2008

O casamento da Mula extraterrestre sem cabeça com o Lobisomem urbano.

Sabará tem muitas igrejas históricas. Conheci a igreja da matriz, linda com seu altar principal todo coberto de folhas de ouro, sendo restaurada. Tenho que conhecer as outras. Mercês, de São Francisco, do Rosário. Mas na verdade isso não vem ao caso agora.

Preciso mesmo é falar sobre o que ando vivendo aqui nas Minas Gerais depois que me pra Sabará. Nada de extraordinário. De certa forma eu tenho certa rotina por aqui. Entre trabalho, algumas idas a BH pras baladas e viagens.

Falando em viagens fui a Diamantina pela primeira vez na vida, neste último feriado, viva a Paixão de Cristo. Num sei como não fui antes pra lá. Coisas que passam batido em nossas vidas durante anos seguidos. Engraçado como o tempo passa e não vivemos tudo que precisamos, ou que desejamos. Sorte ou destino ou oportunidades. Lugar bacana e mágico. Dizem que por lá aparecem ET’s. Disse pro meu primo-irmão Rogério Peter-eco, que me levou pra lá. – Se existe ET eu quero ver, se possível ser abduzido. Claro desde que me garantam a passagem de volta. Nem que não me lembre de nada haverá uma experiência gravada em meus genes ou na memória virtual. Satisfaria-me em vê-los de longe. Há claro, o mundo seria diferente depois disso, bem diferente, claro! Seria claro! Sim claro! Tudo esclarecido. Eu vi cara, eu vi! É podes crer! Mas num foi dessa vez.

Fiz muita coisa por lá além de comer o dia inteiro. Biscoito, carne, biscoito, leite, café, carne, biscoito, laranja serra d’água, arroz, feijão, macarrão. Assisti mais uma vez A Paixão de Cristo de Mel Gibson. Dessa vez não chorei, tinha muita gente na sala. Andei a cavalo. O danado não tinha nome. Já viu isso. Meu tio Carvalho não colocou nome no animal. Cavalo sem nome.

Cheguamos à quinta em Diamantina. Fomos pra balada eu e Rogério Peter-eco. Começamos a tomar as primeiras ai nessa praça da foto acima. Falamo pa calai e não fiquemo com ninguém!
¨
Fomo sexta-feira pra fazenda. Arriaram o cavalo sem nome no sábado pra eu andar. Peter-eco foi de bike. Fomo indo até as primeiras mãozadas do animal no solo cristalizado das diamantinas, tudo certo. Um cavalo mestiço, pardo-claro ou moreno ou meio louro-médio. A mulherada é que entende esse negócio de pêlo=cabelo.
¨

Depois de empacar três vezes, a primeira o Peter-eco teve que intervir com um galho de arvore, batizei o animal: Marrento. Meio marrom, meio invocado. Marrento - baixinho e invocado. Como o homem-mil gols. Eu e Marrento do meio pra frente e no final da tropeada nos entendemos. Não antes de ele me deixar pra trás num mata-burro. Apeei pra abrir a porteira-cerca do lado do mata-burro, que no caso iria matar um cavalo teimoso. Larguei a rédia e o bicho seguiu estrada, celado sem cavaleiro, no caso eu. Corri uns 10 minutos atrás do animal, até o bicho da uma chance e parar pra eu remonta-lo. Quase pago o mico ruminante e chego à sede da fazenda a pé e o Marrento na frente me zoando. Me deu uma chance e montei. Logo em seguida outro mata-burro. Dessa vez me precavi e não soltei a rédia, hahaaaa! Montei de novo e fiz uma chegada triunfante, num galope quase totalmente controlado.
¨

Resultado da tropeada com destino ao Rio Preto: bunda literalmente esfolada na parte superior do rego superior do cúânus. No outro dia parecia que tinha levado uma surra de corpo inteiro, como Jesus no açoite do filme de Mel Gibson.
¨
Doía das panturrilhas ao pescoço. Dor interna, nos músculos, como se tivessem me passado no engenho de cana-de-açúcar.
¨

Também bebemos muita garapa das canas do pomar da fazenda.
¨

Caraca! O Marrento me esfolou, me torceu e moeu. Esse foi meu encontro extraterrestre. Pois estava fora da terra, montado.
¨
Outras coisas aconteceram lá na princesinha do Alto Jequitinhonha. Mais, muito mais...

Êeee Diamantina da febre dos diamantes.
¨
Lugar único e acolhedor de pessoas de corações brilhantes.
¨

Conto depois das experiências com as pessoas de lá.
¨
Gente, moço, demais da conta.
¨
Depois da ultma noite

De festa

Chorando e esperando

Amanhecer, amanhecer...

Depois da ultima noite

De chuva, chorando e esperando

Amanhecer, amanhecer...

Nenhum de nós.