quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
domingo, 30 de maio de 2010
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
oLHE A SuA VoLTA
Poeira? Grãos de areia? Sucata? Arame? Linhas? Lixo? Peças de quebra-cabeça? Soldadinhos de brinquedo? Insetos? Açucar? Qual caminho seguir? Ontem foi a vez de Vik Muniz. Na exposição VIK.
O mestre do discarte. A essa visita tive a infalível companhia da minha grandona amiga Dani. Quando percebeu ela que toda a obra de Vik Muniz era descartada, se mostrou intrigada. Como assim? Paara! Ele não guarda nada? Tantas obras lindíssimas e logo depois joga tudo fora? Que
coisa mais sem sentido. Pois é do desprendimento dele com suportes, técnicas e materiais que eclode seu gênio. Sua obra é fotografia, é documento, do que se trata? Ele mesmo não a define. Apenas se diz apaixonado pela fotografia e a usa como ferramenta pra expressar sua arte. Com sua sensibilidade singular constrõe obras, as vezes minimalistas, as vezes complexas num processo de construção e desconstrução que se intercalam, vem e vão em suas diversas telas expostas.
Aqui uma homenagem ao mestre Leonardo. Doce de leite e geléia. Ta servido?
O traço se faz presente sem nunca ter sido executado. Desenho.
Num ataque de Dali ele coloca um avião a dar piruetas criando figuras. São pequenas nuvens que desenhamos quando crianças no jardim - é como chamavamos na minha época. Na real tem dimenções gigantescas mas aprisionadas no enquadramento se tornam icones. Na exposição rola um vídeo onde podemos ver o trabalho que deu pra produzir estes simples traços no céu azul, infinito azul. Neste vídeo documentário ele descorre sobre seu processo criativo e tira as dúvidas que surgem em nossa mente, como no caso de Dani.
Nesse trabalho ele utiliza sucata recolhida por jovens que sobrevivem como catadores, segundo ele, numa das piores condições em que já pode encontrar um ser humano. Obras que transformam a vida e iluminam a alma.
Finalmente um trabalho iconográfico que ainda não entendi direito. Voltarei em breve pra me satisfazer com grãos de areia.
sexta-feira, 27 de março de 2009
Do café para o Serro.
Cafezinho na pousada da D. Rosa. Bolim, queijim, biscoito de polvilho. Tudo muito simples e gostoso. Noite bem dormida em caminha cheirosa e um cafezinho da vovó pra enfrentar mais um dia de pedaladas.
Flavinha (dos milagres) e Marçal - O Casal Full
Renata e Bruno Correria - ainda não foi dessa vez que a suíte amarela funcionou.
Peter e Wal - Os destemidos agora bem descansados.

Girando...
Pausa pra comer melancia. Se Magali tivesse bike iria adorar esse momento. Devoraram uma melancia inteirinha. Marçal tava enjoado por causa do gel de aminoácidos. Eles haviam parado antes pra tomar uma cervejinha, mas não acredito que tenha sido isso que provocou o enjôo. Será? Voa melancia.
Estrada afora...
chegamos ao Serro.
Wal também usa o famoso creme hidratante de chocolate "Mato Dentro" nas pernas e nos braços, que por uma intervenção extra-terrestre, não pertecem a ela. Vocês podem notar que nas mãos ela não o usa o creme. Quanto aos seus braços, os originais foram abduzidos por um Et sem teto e sem terra.
Uma paradinha pra descansar e repor sólidos e líquidos.
Não sei quem colocou essa pessoa na foto. Mas olhando de lado parece a lacraia. Que isso, como ela chegou ai? O que estaria querendo conosco?
Um pouco do Serro com suas lindas e preservadas igrejas barrocas e maneiristas.

Um luxo de arquitetura.
Fotos de Marçal, Wal e Kennedy Rafael (eu memo)
quarta-feira, 18 de março de 2009
Rota dos Diamantes - Casa da Vovó

No caminho esse veículo incinerado. Cada um identificou uma marca. Uns disseram ser um Santana, outros um Alfa Romeo, outros um Tempra. O que você acha? Será que ele pode renascer das cinzas? Santa Fênix!
Belezinha de riacho, limpim demais. Deu vontade de pular, mas eu e agora a Renata (depois do tombo no dia anterior sua roda virou oito) no apoio não podíamos parar porque tínhamos a missão de arrumar uma pousadinha bacana. Porque acampar, depois daquela experiência com o cigano, nunca mais. Os bikers pularam e Marçal tirou essas fotos. Aliás, a maioria das fotos foi ele quem tirou. Outras foram da Flavinha e outras de Wal, a destemida.
Chegada em Morro do Pilar, ainda faltam alguns km a cumprir...
Por isso, uma pausa pra aquela gelaaaaaaaaadaa!
Um pequeno trecho de asfalto e...
Chegamos a Conceição do Mato Dentro.
Nessa hora o apoio, eu e Renata, já havíamos conseguido um pouso confortável e muito simpático. A linda pousada da D. Rosa. Bem parecida com a casa de nossa Vovó. Tudo muito bem cuidado, super limpinho.
Quintal com violetas, rosas e orquídeas. Uma delícia de lugar. Todos adoraram felizmente.

Essa é D. Rosa e seu maridão na cozinha da pousada. Gente que não veio a esse mundo à toa. Ótimos anfitriões.
Tenho que postar alguns vídeos que gravei nesse dia. Tem uma personagem imperdível. Foi essa personagem que nos colocou nessa pousada gracinnnha.
Aguardem.
quarta-feira, 11 de março de 2009
Rota dos Diamantes - Noite mal dormida

Fim do 1º dia de viagem. Fomos atrás de um lugar pra comer e descansar. Havia a indicação de um camping que Renata ouvira falar. Chegamos nele. Bonito com área toda gramada, quiosques, um rio margeando e restaurante. O prefeito do lugar nos cobrou 25,00 por pessoa. Fez um descontinho. Vamo nessa!

Bebemos algumas cervejas e jantamos um rango delicioso. Pouco mais de 22h estávamos indo pro berço. Antes de dormir, Eu, Bruno e Marçal tivemos um breve papo com um dos casais do lado esquerdo. Boa impressão também. Ai veio a surpresa.
Uma noite desagradável graças ao cigano bonachão que berrou e cantou a madrugada quase toda. Indiferente aos apelos pra que se acalmasse e fosse dormir. Esse infeliz atazanou nossa noite com musica alta e ainda se juntou aos dois casais do lado esquerdo que o acompanhavam cantando e tocando ao violão toadas dos infernos.Noite mal dormida, mas muitas surpresas e belas imagens pelo caminho.

Nesse momento estavamos entre Itambé do Mato Dentro e Morro do Pilar.
Os meninos encontraram esse fazendeiro que contou alguns causos ali em cima do mirante com vista pra Serra do Espinhaço.
E come poeira moçada ...






