quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Oburaco


Atrás de um biombo
De altura e comprimento
Subvertem a imaginação
Dos espectadores com a nítida impressão de “vê-los”

O público fica impossibilitado
De presenciar os corpos inteiros
Flutuando, voando, afundando,
Caindo, cavalgando

Mas os espectadores percebem
Que aquele buraco a frente está gargalhando tanto
Ou mais do que o outro.
São só atores.

4 comentários:

Dani disse...

Fui a espectadora da sua obra, tanto da poesia quanto da ilustração, também fiquei lendo, vendo, rindo e ......
em suspense, não sabia se tinha gostado, e pensei:
Ela tá rindo pra mim ?? hehehehehe
Tá!!! ele falou !!!!!!!
KKKKKKKKKK

kennedy rafael disse...

Pequenos lábios, grandes lábios. Grandes e largas gargalhadas. Ria Dandan riaaahhh!!!

Polly Etienne disse...

vc é danado!
me fez expectadora e fiquei presa ao poema e a imagem tbém.
bjsssssss

(pode deixar que eu nao esqueço de vir aqui conferir seu blog nao, as vzs demoro, mas enquanto ele existir eu virei comentar)

kennedy rafael disse...

Presa de forma subliminar. Parada, estática, estátua nua.